Poupanças por um sonho… (Disneyland Paris II)

É verdade, estamos de partida, … falta tão pouqinho!!!! A pequena já dorme, mas a excitação era imensa… tanto tempo que levou a adormecer, … tanta expetativa, tantos sonhos, … O jantar foi passado a ver imagens dos parques que visitaremos, das atrações que queremos ver, … continuamos a planear tudo ao pormenor. Em breve conto-vos que aplicações estamos a usar, para assim vos ajudar caso nos queriam seguir os passos e entrar nesta aventura!

Como prometido, aqui venho eu contar-vos como fizemos as poupanças para esta viagem, … e como agora, no momento das reservas, nos custou muito menos na gestão do dinheiro mensal.

1 – Poupanças a longo prazo

Já há uns cerca de três anos que tínhamos uma pequena conta onde íamos somando alguns euros. Lembro-me que, numa outra casa onde estávamos, conseguimos negociar o valor da renda e a baixámos uns euros. Em vez de juntarmos o valor ao que temos disponível todo os meses, e sendo ele algo com que habitualmente não contávamos para outras despesas, foi logo sendo posto de parte. Só aí, penso que durante cerca de meio ano, um valor razoável foi junto.

Depois, íamos somando um ou outro valor das “notas pequenas”, mas que juntas se tornam grandes, dadas no Natal, aniversário e Páscoa pelos pais e avós. Mais um avanço!

Sempre que havia um ou outro dinheiro extra, com que já não contávamos, mas que por acaso conseguíamos poupar, com reparação do carro, por exemplo, ou outras despesas, ia também para esta conta. Sim, na altura poderia ter aliviado aquele mês, mas como já não contávamos com ele e estava para ali destinado, não sendo necessário foi mais um grão a juntar à tal conta.

Quando demos por ela, tínhamos cerca de 700€ de parte, ao fim deste tempo. Pelo menos, viagens de avião para os três e casa para os quatro dias conseguimos, e ainda sobrou algum para os bilhetes de entrada no parque. Em breve contamos também como conseguimos estes preços.

2 – Caixinha “dos miúdos”

Já há anos que esta caixinha existe cá em casa. A ideia veio comigo da casa onde cresci. Aí, o valor reunido revertia quase sempre para a causa animal. Cá em casa é apelidada de “caixa” para as viagens. Porque a chamamos também de caixa “dos miúdos”? Porque nela colocamos, e esse é o conceito, todas as moedas de 1, 2, 5 e 10 cêntimos que nos vêm parar à mão! Moedas que “só fazem peso na carteira”, como muitos dizem, … para nós fazem peso na caixinha mágica. E não é que ao fim de um ano, fazem toda a diferença?

Por vezes, abro excepção e lá coloco uma moeda de 20 cêntimos. Se encontramos moedas, por acaso, perdidas em algum bolso de casaco, nas calças antes da lavagem, … o destino é também a caixinha.

Outras vezes, vamos fazendo “pequenas cedências” no dia a dia. 50 cêntimos de um café não bebido na rua, mas saboreado em casa,… 1€ de um bolo não comido lá fora, … 5€ de algo supérfluo que, em vez de ficar em casa amontoado, se converteu em mais uma estrelinha para o nosso sonho… Ultimamente tenho feito outra coisa: a primeira nota de 5€ que me vem parar à mão no mês, vai para lá! 🙂 E o valor que poupo em parques de estacionamento, quando vou trabalhar e consigo lugar em estacionamento livre, no último mês tenho também conseguido para ali canalizar.

No fundo, o objetivo é mesmo esse, … dinheiro que poderia ir para outras coisas, necessárias ou opcionais, acaba por conseguir ser reunido. Também aqui, algo que seria necessário comprar e depois não foi, … algo que nos saiu mais barato do que inicialmente pusemos de parte segundo o planeado, … vai tudo para a caixinha. E assim, ao fim de cerca de um ano, a caixinha tinha mais de 120€ 🙂

Contas feitas, cerca de 850€ que quase pagaram voo, casa e bilhetes para o parque! Agora, das poupanças e do valor do mês iremos gerir o que poderemos gastar por lá em alimentação e transportes.

E assim se prova que, no poupar, está o ganho. 🙂 Não tarda muito, voltamos com mais truques!

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