Em dias em que o tempo para cozinhar é escasso, ou seja, quase todos os dias, temos sempre que ter em mente algumas receitas mais rápidas, mas igualmente deliciosas e criativas. Esta surgiu ontem, espontaneamente, e resolvi partilhar com vocês no instagram. Hoje partilho-a em versão escrita para que todos a quem despertou atenção a possam confeccionar em casa.

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     Darei apenas os passos base, pois não gosto muito de seguir à risca receitas estruturadas e com todas as quantidades definidas. Ora bem, comecei por fazer uma cebolada com um fio de azeite. Gosto de por pouco, apenas para caramelizar levemente a cebola. Tempero com um pouco de sal, alho e pimenta. Aos poucos, a Eva, que fez recentemente os dois anos, tem-se habituado a eles, o que nos ajuda a colocar cada vez menos sal na comida (e já pouco púnhamos). Acrescentei também um pouco de caldo de legumes biológico, sem óleo de palma. É um dos nossos critérios para a sua escolha, tentando fugir ao máximo de todo o que é processado e que prejudica os ecossistemas e o ambiente.

     Ora, depois de caramelizada a cebola, acrescentei alguns cogumelos frescos, lavados e laminados. Cá por casa já deixámos de usar as latas, … o desperdício é menor, pois vamos levando para a loja um saco reutilizável para os trazer, e o sabor é bem superior. Com os sucos libertados pelos cogumelos e pela cebola ficou tudo salteado. Acrescentei um pouco de água, apenas para que esta se juntasse a estes sucos e ajudasse o preparado a cozinhar. Acrescentei depois um pouco de cajus e pinhão que tinha por casa. A Eva já come frutos secos há algum tempo, sempre com vigilância, mas para os bebés que não os comem habitualmente, pois muitos médicos apenas os recomendam depois dos 3 anos devido ao perigo de engasgamento, esta é uma forma excelente de lhos apresentarem. Ficam mais “molinhos” e o perigo de serem aspirados é muito menor, pois vão juntamente com outros alimentos.

     No final deste preparado delicioso acrescentei massa que já tinha cozida do dia anterior. Muitas vezes, para economizar recursos e tempo, cozo massa em dobro e faço este tipo de receitas. A massa liga bem com qualquer coisa: legumes, tiras de frango, atum, …

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     O último toque: um iogurte natural e fica tudo ligado e ainda mais suave. Já há algum tempo que este é o substituto para as natas que usamos. Mesmo com as natas vegetais, chegámos à conclusão que, mesmo tendo menos gordura, muitas vezes eram apenas misturas de água e farinhas diversas que davam a consistência ao preparado. Com o iogurte, quase sempre caseiro, o desperdício em termos de embalagens plásticas e ainda menor. E voilá, … assim foi o nosso almoço “fast-gourmet”. Quem vai experimentar?


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