A Magia dos Gestos – “Baby Signs”

 

Já há cerca de 3 anos que descobrimos em família a magia dos gestos, através do programa Baby Signs. Foi pela mão de quem o trouxe a Portugal, a querida Sabla d’Oliveira, que o conhecemos. Desde há uns tempos que seguia a sua página no Facebook e, quando soube que viria dar formação a Coimbra, foi a loucura. Tivemos a felicidade de receber uma inscrição gratuita para o workshop de pais e desde logo ficámos rendidos. Na altura a Eva tinha sete meses! O workshop foi uma delicia, recheado de doçura e magia! Os bebés podiam circular livremente, podiam brincar e descobrir todo o espaço que tinha sido devidamente preparado para eles! Enquanto isso, nós, pais, íamos descobrindo alguns dos gestos, partilhando-os logo com eles. Logo começamos a por tudo em prática, assim que chegámos a casa. Persistência e dedicação são as palavras de ordem quando falamos desta abordagem. Certo é que, logo aos 8 meses, a pequena disse a primeira palavra. O primeiro gesto surgiu pouco tempo depois.

Durante vários dias e semanas íamos “rotulando” de gestos muitas das coisas que fazíamos, muitos dos objetos que nos iam passando pelas mãos, … o “comer”, o “beber”, o “gato”, o “coelho” da história, o “cão” do brinquedo, o “gosto de ti” que a toda a hora lhe diziamos e que ainda hoje é usado carinhosamente quando me despeço dela na janela de casa, mesmo que não a consiga ouvir… a “música” que púnhamos todos os dias e que a pequena adorava e adora,… e foi precisamente esse o primeiro gesto que fez! A magia aconteceu mesmo ante o nosso olhar! A sua motivação era a de ouvir música num dia em que não a tínhamos logo colocado, por isso foi ela mesmo que pediu, por iniciativa própria. Nem queríamos acreditar ao vê-la fazer o gesto. Ficámos loucos de alegria. Gravámos e enviámos à Sabla, que sempre vibra connosco e com estas pequenas vitórias. O vídeo chegou mesmo a ser partilhado no grupo secreto a que ficamos a pertencer, logo após a conclusão do workshop. Ali partilhamos conquistas, dúvidas, novos gestos que queiramos aprender, … temos todo o apoio e incentivo!

Ora, constatada que estava a eficácia do programa na minha vida pessoal, comecei também a aplicar as mais valias na vertente profissional, nas sessões de Terapia da Fala. Desde essa altura, em que fiz também o workshop para profissionais, que a magia chegou também às salas, com os “meus” meninos mais pequeninos. Ora, não é o gesto uma das primeiras abordagens que eles usam? Aquela que por vezes mantêm durante tanto tempo, levando por vezes a atrasos na fala? E se pudermos ter esses mesmos gestos, como base para a evolução da linguagem, como motor maior? Pois é, é isso mesmo que o programa “Baby Signs” preconiza. Ao contrário do que muitos papás e educadores receiam, não, o Baby Signs não contribui para o atraso do desenvolvimento da linguagem, deixando a criança presa a gestos, por mais e mais tempo. Não! O Baby Signs pega precisamente naquilo que a criança vai dominando, dando-lhe segurança nas suas partilhas, dando ênfase à sua iniciativa comunicativa. A par de tudo isso, a nossa missão de adultos, quer enquanto pais, quer enquanto profissionais (educadores, professores ou terapeutas) é mesmo a de ir dando novos gestos, novos estímulos. A par disso mesmo, o gesto é sempre acompanhado pela palavra. Assim, a estimulação da linguagem é conseguida. Seja nas interações quotidianas, em todos os contextos da criança, seja na leitura de uma história, ao cantar uma canção, em todas as brincadeiras, … qualquer iniciativa é ótima para transmitir mais e mais vocabulário. E depois? Depois… é só deixar a magia acontecer! Redução de birras, maior ligação entre pais e bebés, mais segurança emocional, … tanto, tanto, tanto que se ganha na relação com os mais pequenos!  Comprovada que está a eficácia deste programa a nível internacional, que mais esperam para o vir conhecer em Coimbra, pela mão da querida Tânia Dias?

Baby Signs

Pois, é verdade! A vida traz-nos estes presentes incríveis! A Tânia é uma amiga de outras andanças, também das que me apaixonam e me prendem mais um pouco do coração. Somos colegas do curso de CAM (Conselheiras em Aleitamento Materno)… partilhamos a paixão pela maternidade, pelo aleitamento, pelos bebés, pelas crianças e pelas conquistas bonitas! Mais uma vez, e ao fim de vários meses de preparação cuidada, juntamos esforços e trazemos a Coimbra a alegria e a dinâmica Baby Signs. Depois do sucesso do “Workshop Baby Signs de Natal”, no nosso “cantinho do coração”, teremos workshop de pais, já no dia 12 de Janeiro. A inscrição inclui a participação do casal e do bebé, apenas por 25€. Dias 16 e 23 de Janeiro, teremos em horário pós-laboral os níveis I e II para formação de profissionais. É educador e quer ser agente ativo na evolução da linguagem dos mais pequeninos? É terapeuta da fala e quer dar nova cor as sessões com os utentes mais novos? Temos preços especiais para inscrição conjunta nos níveis I e II! Falem connosco ou espreitem as paginas de Facebook. Esperamos por vocês… para que a magia continue a espalhar-se!

https://www.facebook.com/BabysignsTaniaDiasCoimbra/

https://www.babysigns.pt/team/tania-dias/

Disney para todos: acessibilidade para pessoas com limitação física e bebés (Disneyland Paris VI)

A Disney é mesmo um mundo à parte, mas muito bem pensado e estruturado. Todos, sem excepção, são aqui bem-vindos. Nos dois dias que passámos pelos parques vimos pessoas de todas as idades, desde bebés de colo a pessoas de mais idade.  Vimos muitas e muitas cadeiras de rodas, com crianças e com adultos! Ninguém fica indiferente a toda a magia.

1 – Facilitadores a pessoas com deficiência motora

Cruzámo-nos muitas vezes com pessoas com limitações físicas e elas eram sempre bem recebidas. Na zona da bilheteira e mesmo no acesso às portas principais havia entradas maiores e prioritárias, … tudo preparado para receber qualquer visitante do parque com necessidades especiais. Cada divertimento tinha também esses acessos privilegiados e muito bem preparados, … elevadores em algumas das diversões onde era necessário aceder por escadas a outros andares, .. enfim, tudo pensado ao pormenor e de forma a não deixar ninguém de fora!

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2- Vantagens e complementos para bebés e crianças de colo

Também as condições para os mais pequenos não foram esquecidas. Desde a possibilidade de aluguer de carrinhos na entrada do parque, por 15€ por dia, com parques “de estacionamento” para eles à entrada de cada diversão, para que os mesmos pudessem ficar em espera, sem ter que atrapalhar o momento de aproveitar as personagens e os locais mágicos no interior.

Nos vários espaços para alimentação e restaurantes iam também surgindo algumas cadeiras infantis, claro, com a forma do Mickey.

Mas o que mais nos despertou a atenção foi uma pequena casinha, no DisneyLand Park. Um espaço onde havia casas de banho familiares, um espaço de refeições com imensas cadeirinhas para os bebés, … cadeiras onde as mamãs poderiam amamentar e ainda uma pequena copa, equipada com micro-ondas, copos, água e todas as condições para que ali se pudessem aquecer as refeições dos mais pequeninos. Espaços de muda de fraldas iam sendo avistados também por todo o parque.

Nesse mesmo espaço dedicado aos bebés e às famílias  havia ainda um ponto de espera para o caso de alguma criança se perder e os pais a poderem ir buscar novamente. Um espaço animado, com vários peluches e brinquedos, para que os pequenotes ali pudessem passar momentos divertidos, enquanto aguardavam pelos pais e responsáveis.

Era ainda possível adquirir produtos alimentares e de higiene para necessidades ou faltas de última hora. Comida, fraldas, bens de primeira necessidade, … tudo! Sim, uma fralda custava 1€. Sabemos que é um valor alto, mas pensando que pode salvar o resto da visita, toda a ajuda é bem-vinda!

Por isso, já sabem, a Disney é mesmo para todos. Crianças, bebés, … adultos, idosos, … todos se podem e devem deixar levar nesta magia imensa, … pelo menos uma vez na vida. Todas as condições estão disponíveis e cada pessoa se torna única e especial a partir do momento em que entra por aqueles imensos portões sem tempo nem preocupações.

 

Como aumentar a produção de leite materno?

Como terapeuta da Fala, como CAM (conselheira em aleitamento materno) e como mãe, tantas são as mamãs que me fazem esta questão! No blog, na página de facebook, no instagram, … vejo-a tantas vezes em tantos grupos, … tantas mamãs a desesperar e a procurar logo o leite artificial, os suplementos alimentares, …

Mas, as dicas podem ser bem mais básicas e fáceis de por em prática,… dicas mais económicas e simples, e quase todas elas dependem da nossa dedicação enquanto mães, cuidando dos nossos filhos e, ao mesmo tempo, cuidando de nós, pois só estando bem connosco próprias lhes podemos proporcionar o melhor início de vida!

Várias são as dicas que deixo com as mamãs, e tenho feito este aconselhamento várias vezes, daí a necessidade de hoje escrever este texto, dando a informação a todas vocês, para que se sintam mais fortes, seguras, capazes! Como digo sempre, “somos mães, somos guerreiras!”. São estas as nossas palavras de ordem aqui no blog, as que incentivam as mães e famílias que nos procuram! É este o nosso lema, e acreditamos nele, com toda a força e energia positiva! 🙂

Muitas mamãs referem que sentem o peito mais pequeno ao fim de algumas semanas e meses, … e ficam preocupadas! A isto se junta o mito do leite fraco, do leite que seca “de um dia para o outro”, as “bocas” que vão ouvindo “das más línguas”, os palpites não pedidos, as críticas indesejadas, …

A primeira coisa que vos quero dizer, a vocês, mães guerreiras, é que com o tempo o peito tende a não encher como nos primeiros tempos. Sim, porque o leite materno é tão poderoso e o nosso corpo tão eficiente que, rapidamente, se adapta à quantidade de leite que os pequenos precisam. Assim, peito menos cheio não quer necessariamente dizer que não tem leite, mas que produz tal e qual a quantidade que o nosso bebé lhe solicita.

O nosso corpo, mais concretamente, a mama, não é um armazém de leite como muitos pensam! É sim uma grande fábrica que produz tanto mais leitinho quando mais o bebé estimular com a sucção, com o seu toque, com as suas carícias. Ver o bebé, ouvir o seu choro, pode ser poderoso. O corpo responde de imediato!

Vem depois a mítica questão do leite materno vs leite artificial. Sim, se se dá leite artificial, menos o bebé mama, … menos o peito é estimulado, … aí sim, o leite chega ao fim, mais provavelmente.

Outras das dicas que deixo com as mamãs é a da “Amamentação em Livre Demanda”, pois relógio temos nós, … os bebés sabem lá o que é isso! Duas horas entre mamadas, … três, … até podem ser quatro ou cinco e na mamada seguinte o bebé não aguentar nem uma hora. Podemos até estar a passar por um Pico de Crescimento, e nem se distinguirem mamadas, tais são as necessidades do bebé. Nesta fase o medo das mães cresce tanto, os mitos ganham tanto terreno. Deste tema vos falarei em breve!

Dêem maminha sempre que o bebé queria, dêem colo, colo sem fim, … sigam o vosso instinto de mães, nada mais!

Importante para aumentar a produção de leite é ainda o bem estar da mãe. A mãe deve fazer uma alimentação rica, variada, várias vezes ao dia. Deve hidratar-se bem, reforçando a hidratação após as mamadas. Comer, caso seja necessário, também após dar maminha. Deve também ter momentos de relaxamento, de descontração, um sono reparador sempre que o consiga, ou pequenas sestas sempre que o bebé o permita. Só assim, com o seu próprio bem estar, consegue o melhor de si para o seu bebé!

Se for necessário, pode ser realizada uma massagem de estimulação ao peito antes de cada mamada. Assim, o peito vai sendo estimulado antecipadamente, como se o próprio bebé o fizesse. Também eles, quando chegam à mama, fazem algumas suções preparatórias e que “acordam” a mama. O nosso corpo é mesmo engenhoso!

E, por fim, talvez o fator mais importante. A pega da mama está a ser bem feita? Não é “normal” que amamentar cause dor constante na mãe e este fator deve sempre ser salvaguardado. Uma pega eficaz é sempre meio caminho andado para o sucesso da amamentação efetiva.

E se mais alguma dúvida surgir, cá estamos sempre, tanto aqui no blog, como no facebook (https://www.facebook.com/joanaaterapeutaeamae) ou mesmo no grupo de facebook “Amamentar sem Barreiras” (https://www.facebook.com/groups/1856167234447623/)! Pela maminha, … sempre!

Foto: freepik.com

“Um passo à frente” – abordagem ao desenvolvimento da comunicação e da linguagem na infância

“Um passo à frente”, “a escada seguinte”, … sem querer, estes termos que vou usando no dia a dia, com educadores, com professores, com os próprios pais e utentes, … nos workshops, … vão ficando nas suas memórias e pensamento e começam a ser usados mesmo por eles próprios. Tão bom saber que absorvem a essência da ideia que lhes tento transmitir. Tão positivo quando sinto que os usam de forma correta e os aplicam na sua prática diária!

Esta é a minha forma de abordar a evolução e desenvolvimento da comunicação e da linguagem. Sim, pois comunicar é tanto mais que linguagem, e infelizmente nem sempre se dá valor a estes pequenos avanços que vão surgindo.

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Uma bebé que chora, comunica! É a sua forma primordial de se afirmar perante o mundo, de manifestar as suas necessidades. É a mais primitiva e é universal. Depois movimenta-se, … curva o seu corpo perante a dor da cólica, … sorri ante rostos familiares como o dos pais, … emite pequenos gritos,… Em seguida chega a fase da lalação, do balbucio, … as primeiras palavras, … os gestos, o apontar, … tudo e tudo!!! Tudo isto é comunicar! Um fervilhar sem fim, ávido de estímulos e de quem lhes dê continuidade, … o combustível perfeito para que a linguagem emerja na sua forma mais complexa e funcional.

Estranho deve ser para os pais e educadores quando estes pequenos grandes sinais não se manifestam desde os primeiros dias, … cada qual dos comportamentos acima enunciados, sendo demonstrados quase sempre por esta ordem, durante o primeiro ano de vida. Mas nem sempre estes marcos do chorar, sorrir, palrar, … se sucedem assim, dentro do esperado pelos estudiosos do desenvolvimento da linguagem. Nem em todas as crianças a sua sequência é natural, necessitando estes pequenos aprendizes de maior apoio, estimulação e de maior envolvimento DO meio e COM o meio que os rodeia.

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Costumo por isso mesmo, aos pais e educadores que me procuram, dar esta noção do “passo à frente”, tanto em casos de patologia ou atraso do desenvolvimento global, da comunicação, da linguagem ou outro, como mesmo em crianças com desenvolvimento dito típico. Sim, pois a estimulação é feita sempre com este princípio, seja em que idade ou em que caso for.

Se a criança sorri, devemos verbalizar “estás feliz?”, “gosto de ti!”, “gosto de estar contigo!”, “tu gostas de estar aqui comigo?”, .. devemos ser a voz das suas palavras enquanto ela própria não as consegue produzir. Assim, vamos dando rótulos aos sentimentos, às emoções, … aos objetos, aos acontecimentos, .. tudo, … desde o mais abstrato ao mais concreto do nosso mundo.

Depois começa a fase da lalação, do balbucio, … os pequenos sons, repetidos sem fim, … “mamamama”, … “papapapa”, … as suas variações “mamapa”, … “titipo”, .. E porque não imitar a criança, acrescentando sons? Porque não concretizar o “mamamama” como “mamã” ou o “papapapapa” como “papá”, quando estes lhe surgem ao alcance.

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E com o apontar, porque não aproveitar para, também com ele, dar “voz” ao pensamento interior da criança, ainda incapaz de se manifestar em palavras? Não é por acaso que os programas de gestos infantis, tal como o Baby Signs que uso e amo de paixão, são eficazes! Claro, sempre acompanhados com o nosso “passo à frente”, ou seja, a linguagem! A criança gesticula e nós verbalizamos o que ela tenta transmitir pelo gesto, como que o “rotulando” e realizando em vocábulos.

E assim, esta sequência lógica, comum, … vai ganhando forma, até dar lugar à fala. Surge a primeira palavra, … mas aí, pensamos novamente já no próximo “passo à frente”: a combinação de palavras. “Mamã” pode ser um “anda mamã”, “gosto da mamã”. Um “pão” pode querer significar “quero pão”, “dá pão”, .. e assim, modelando aquilo em que a criança pode crescer em termos linguísticos estaremos sempre um “passo à frente”! Isto é motivar, é modelar, é estimular comunicação e linguagem, procurando o seu potencial máximo!

Depois devem chegar as frases cada vez mais complexas, e o nosso lema de “passo à frente” deve continuar sempre. O “quero pão” de outrora, pode ser agora um “quero pão com manteiga” ou um “quero comer pão e beber água”. O que hoje são conceitos concretos e palpáveis podem buscar o “passo à frente” com os conceitos abstratos, mais com o chegar dos três, quatro anos, …  “o pão é bom”, “o bolo é delicioso”!

Assim se busca o desenvolvimento máximo da comunicação e da linguagem, a base do pensamento, das vivências diárias, .. da interação social e de tudo o que ela acarreta. Assim se deveriam estimular as nossas crianças. Assim se poderia implementar e fazer no dia-a-dia, em todas as oportunidades de comunicação: nos momentos da alimentação, do vestir, do deitar, nos passeios ao parque (cada vez mais substituídos por horas nos tablets, para terror dos meus pensamentos e de tantos pais)… em tarefas de pintar, em brincadeiras com os triciclos e no meio da terra. Sim, elas também fazem (MUITA!!!!!) falta.

Growing up

Pais, educadores, professores, tios, avós, … todos temos este poder nas mãos. Vamos usá-lo em favor dos nosso pequenotes, … os que serão, pensando aqui também “um passo à frente”, os comunicadores, homens e mulheres do amanhã. Os que terão o destino na mão, … os que hoje, para já, nos deliciam e fazem sorrir, só por termos o privilégio de existirem nas nossas vidas.

Contato pele a pele – o início de vida perfeito!

O contato pele a pele é privilegiado em instituições amigas dos bebés, sendo um dos critérios para que obtenham e mantenham essa designação! Para além dessa condição, este tipo de contato inicial entre mãe e bebé nos primeiros tempos de vida assume-se como um início perfeito da nova vida para o bebé que acaba de conhecer o mundo! Depois de passar alguns meses no útero materno, com todas as condições ideais de temperatura e todos os confortos, com toda a proteção garantida, o recém-nascido vê-se chegado a uma nova realidade, onde a auto-regulação começa a ser necessária. Ora, este novo ambiente nem sempre é um desafio fácil para os mais pequeninos, sendo que a passagem para o meio externo é feita, por vezes, em pouco minutos.

Há quem refira mesmo o primeiro trimestre de vida do bebé como o último de gravidez, ou seja, uma espécie de gestação fora do útero, onde o bebé aprende a viver com os desafios do meio, com novos sons, com temperaturas menos controladas, com agentes de agressão que lhe estão mais próximos.

Cá em casa, privilegiamos o contato pele a pele em vários momentos, e a Eva já tem dois aninhos. Sabemos que a acalma em momentos de maior medo, em situação de birra, quando está adoentada, … sentir o nosso calor é um fator essencial. E até nós, eu e o pai, usamos este tipo de contato quando precisamos nós do colo da pequena. O poder do contato pele a pele é mágico. Ora, se assim é em crianças mais crescidas, o que dizer dele num recém-nascido?

Que nenhuma mamã, sempre que as condições pós-parto assim o permitam, seja proibida deste laço com o seu filho! Oh, como recordo eu aquele dia 23 de Julho de 2016… 8:05! Aquele raio de sol que me entrou pela janela da sala de partos, .. o sol que entrou na minha vida, que a mudou para sempre, para melhor! Chegava a Eva e as recordações são maravilhosas. É verdade, estamos exaustas do parto, de todas as dores, do esforço feito, … de tudo o que ouvimos, do turbilhão de emoções que sentimos, … e a verdade é que precisamos os dois de colinho bom: mãe e filho. O estreitar do vínculo criado durante a gravidez, o primeiro impacto de que realmente temos um bebé no nosso colo. Os cheiros, o conforto, a segurança, … tudo (re)começa ali. É uma nova etapa. O bebé não sabe bem o que lhe aconteceu, por isso, quanto mais próximo estiver da mãe, mais fácil lhe será habituar-se ao seu novo mundo!

O contato pele a pele permite-lhe continuar a sentir de perto o cheiro da mãe, a ouvir o seu coração e todos os barulhos que o corpo dela faz. Ele conhece-os tão bem! 🙂 Assim, a vida fora da barriguinha começa deliciosa, … sem sobressaltos! Calma, paz e tranquilidade é tudo o que o bebé necessita após o parto. E se for possível amamentar, ainda melhor!

Muitas maternidades e profissionais permitem que o bebé faça a reptação, desde a barriga da mãe até ao peito, logo após o parto. Sim, por isso mesmo o mamilo tem aquela cor acastanhada. Do pouco contraste visual que o bebé consegue distinguir, aquela cor mais escura, perante a pele clara da mãe, é o seu principal foco de atenção. Com a Eva tivemos a sorte imensa de tudo isso ser possível, … quase uma hora de carinho e agradecimento. De contemplação e paz. A pequena mamou. Mais profissionais deviam difundir esta prática. Um bebé ser amamentado nas primeiras seis horas de vida traz benefícios sem fim. Se esta prática for feita nas primeiras duas horas de vida, melhor ainda! É a melhor vacina que lhe podemos dar, imcomparável a qualquer uma que um dia a ciência farmacêutica possa criar.

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Por isso, que mais mamãs o consigam no parto. Que o prolonguem pelos primeiros dias de vida do bebé, nos primeiros meses, … pela vida fora! Sempre que o seu benefício seja maior! 🙂 Outra das vantagens, e porque o pai tem naturalmente uma temperatura corporal superior à da mãe, é que se use este importante trunfo em caso de cólica. Tantas vezes acalmámos assim a pequena, na barriguita do pai, com massagens. De facto, tudo isto ajuda a que eles fiquem melhores!

Dispam-se de preconceitos, aproveitem os vossos bebés, … mimem-nos, … deixem-se ser mimados por eles. Afinal, os anos passam ligeiros, e quando damos conta eles são grandes demais para o nosso colo. Não pelo tamanho, mas porque um dia a vontade de nos pedirem esse mimo vai ser menor. Aproveitemos então cada dia, cada momento, cada segundo.

Contato pele a pele, sempre! Desde os primeiros segundos de vida, … e até que o bebé assim o queira. A segurança que se cria neles ficará pela vida fora! Sempre! 🙂

Sabe o que é uma CAM?

     Está é a questão que intriga muitas mães e tantas outras pessoas, sobretudo nas redes sociais e quando é referida em algumas conversas de amigas ou em família! “Achas que o bebé não mama bem? Não consegues extrair o leite? Fala com uma CAM.” E eis que surge muitas vezes a questão de que sigla é esta.

     Ora bem, uma CAM é uma Conselheira em Aleitamento Materno. O seu objetivo maior é auxiliar mães, bebés e famílias em geral, para que o aleitamento materno se faça sempre segundo boas práticas, o máximo de tempo possível, de forma a que seja seguro e confortável para todos. O apoio dado pode ser feito presencialmente, via telefone, internet, … qualquer meio serve para ajudar as famílias quando o bem maior é a perpetuação do aleitamento materno.

     Quando falo em aleitamento materno é isso mesmo, … mais que amamentação, … aleitamento materno engloba tudo. Mamãs que têm bebés internado em unidades de cuidados neonatais e extraem o seu leite para lho dar pelo biberão ou segundo outras técnicas, .. mamãs que extraem leitinho para os papás, as avós, as creches darem ao bebé, … tudo se engloba em aleitamento materno, mesmo não sendo por si mesmo o ato de amamentar. O “líquido precioso” está lá, todo o amor e cuidado depositados em algo tão valioso!

     Cada vez mais têm surgido grupos de ajuda nas redes sociais e surgido mesmo espaços físicos com conselheiras, tendo em vista o auxílio sobretudo da díade mãe-bebé! Há quem faça este trabalho remunerado e há quem o faça de forma livre e sem cobrar um valor. Por cá, é assim mesmo que o fazemos, tantas e tantas vezes via facebook, através das páginas Joana a Terapeuta, e a Mãe! ou Joana a Terapeuta. Outras vezes aqui no grupo Amamentar sem Barreiras, recém criado por mim e por outra colega CAM.

 

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     É um gosto imenso poder fazer este trabalho e ajudar quem de nós precisa, aconselhando, incentivando, dando muitas vezes a força que alguns elementos da família não dão, dando coragem para permitir que se faça aquilo que a sociedade, tantas vezes erradamente, condena. Amamentar é e será sempre um ato de amor, em casa, na rua, com bebés de dias ou em crianças com 4, 5 anos, … o que for. Muitas vezes é o bebé que precisa da nossa ajuda, para aprender o ato de mamar quando este não é natural, outras vezes são as mães que precisam apenas de uma palavra de conforto e de incentivo. Por vezes, basta alguém a dizer-lhes que conseguem, que são capazes,… e tudo pode mudar! Quem ganha, são sempre os bebés!

     Assim, segundo as normas da UNICEF e da OMS (Organização Mundial de Saúde), uma CAM aconselha segundo as últimas demandas científicas, para que cada mamã esteja na posse de informação atualizada e fiável, fazendo assim as melhores opções. É por estas organizações que a nossa formação é certificada, daí a credibilidade do aconselhamento dado. Nem sempre a informação cedida por alguns profissionais de saúde é a mais correta ou atual, e havendo famílias informadas e críticas, tudo isso pode ser diferente! Pode mesmo fazer a diferença na vida de muitos bebés.

     O bebé não consegue pegar no peito? Parece que não faz uma boa pega? Está sempre a pegar e a largar o peito? A mamã não consegue extrair leite da melhor forma? Está insegura? Cá estamos nós, com um ombro amigo para ajudar e muita paciência e “colo” para ouvir! Se tem dúvidas em algumas das questões, contate-nos!

     Como posso aumentar a produção de leite? Como posso manter a amamentação por mais tempo? Como posso ir aos poucos deixando o leite artificial para aumentar a cedência de leite materno? Como conservar o leite extraído? Como o descongelar e aquecer? Que medicação posso tomar enquanto amamento? Estarei com alguma mastite? Como posso cuidar do meu peito? Como evitar que as fissuras afetem a amamentação? Porque me dói a amamentação? O bebé deve mamar de quanto em quanto tempo e quantas vezes ao dia? Tenho o mamilo pequeno ou invertido, posso amamentar? Preciso de usar mamilos de silicone? Tantas e tantas questões, … estas são apenas as mais frequentes! Uma CAM está preparada para responder a todas elas!

     O meu leite secou, … o meu leite é fraco, … o bebé não fica saciado, … o meu bebé fala mal porque mamou até tarde, … tudo isto são mitos, muitos deles enraizados na sociedade e, por vezes, em tantos profissionais de saúde! Cá estamos nós também para os ajudar a quebrar e fundamentar!

     Mães informadas são mães mais seguras de si, mais alerta, mais preparadas para fazer as opções acertadas para os seus bebés! Em caso de dúvida, falem com uma CAM. Longe, perto, … tanto faz. O importante é procurarem a informação mais correta! Sejam críticas, informem-se… ponham em causa opiniões e informações com as quais não concordem, mesmo que elas venham da parte de profissionais de saúde. Nem sempre a informação que têm na sua posse é a mais recente e adequada. O mais importante será sempre o bem estar do vosso bebé, … nada mais importa que isso, … nada é mais poderosos que a intuição de uma mãe, sigam-na!

     Uma CAM é uma amiga, uma confidente, uma conselheira, … e eu cá estarei sempre que necessário! Eu… e tantas colegas espalhadas pelo pais. Se precisarem de indicação em algum lugar específico do pais, tentarei ajudar com recomendações! Sintam-se à vontade, … têm em mim uma amiga… uma CAM, ao vosso dispor!

De bebé… a menina!

Ontem completaste dois aninhos, minha Sininho! Dois anos que passaram num lance rápido e fugidio… nem sei como! Ainda ontem eras o fruto pequenino que em mim crescia e hoje tens quase metade do meu tamanho (verdade seja dita, não é difícil!).

Lembro-me de na gravidez ouvir dizer e ler várias vezes que os primeiros mil dias do bebé eram do mais importante que há. Mil dias esses, contados desde a gestação. O seu auge seria completo aos dois anos, ou seja, foi ontem que atingiste esta meta. A meta em que deixas oficialmente de ser um bebé e passas a ser uma criança. Como o tempo corre ligeiro e sem mágoa… como a vida segue e não espera pela gente, já o diz e bem a “nossa” Mariza.

Hoje já és tu que me confortas nas tristezas e me dizes “não fiques triste, mamã!”. És tu quem me acaricia o rosto e me olha com esses olhitos pequenitos e ternurentos. É cedo, (6:50) fui dar-te um beijo e ainda dormes! Estás grande, tão grande, … crescida em todos os sentidos! Autónoma, uma menina de bem! As birras que fazes de vez em quando não são capazes de atenuar a magia do amor que por ti sinto, … continuas a ser uma criança… o meu bebé! Ocupas meia cama, … dormes serena… respiras levemente e sei que estás feliz, em paz! Que bom saber que te podemos proporcionar esta simplicidade tão rica: a de te dar amor, uma família, um teto… um lar!

Contigo, cada dia trás uma nova missão: a de te fazer feliz! É para ela que busco forças incessantemente! Obrigada, ser tão pequenino… obrigada por dares sentido à minha vida e me mostrares que os dias podem começar cinzentos mas seguir mais coloridos. Obrigada por seres o sol em dias mais nublados! Obrigada, doce meu!

Lembranças do Dia do Pai

Ontem foi Dia do Pai, .. festejado por todos os que têm o pai por perto, … pelos que o têm a alguns quilómetros de distância, como é o meu caso,… e por aqueles que apenas mantém as memórias dos pais que já partiram!

O Dia do Pai é para nós um dia de festa! Cá em casa festejamos este dia especial desde que a Eva estava na barriga! E o papá Carlos fica sempre babado com as prendinhas que a pequena oferece. Ontem o dia começou com uma oferta que a avô fez com a neta para dar ao pai: uma caneca com um autocolante de lousa, onde os dois logo foram escrever com giz. O saco foi personalizado também com ajuda da avô Teresa! 🙂 A mãe e a filha ofereceram um jogo de memória, pensado e combinado em segredo. Ela ficou toda orgulhosa pelo agradecimento do pai. A memória dele é um pouco fugaz (:)), e por isso mesmo nos surgiu esta ideia, com imagens personalizadas! Ele adorou, e no final do dia fizemos o jogo em família, no meio de imensas gargalhadas. Foi o primeiro passo para a pequena começar a aprender o conceito de igual!

 

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A prendinha da escola é que ainda ficou por entregar. Apesar de ter sido um Dia do Pai feliz e em família, que começou com muitas risas, gargalhadas e com o ir levar o pai ao trabalho, na hora de almoço recebemos um telefonema da creche, pois a pequena estava adoentada. Logo a fomos buscar e, sem querer, o almoço foi em família. Ao final da tarde houve tempo para muitos miminhos e brincadeiras, apesar da pequena estar molenga e ir passando de colo em colo em busca de carinho do papá e da mamã! Ao fim de uns tempos adormeceu e dormiu um belo soninho no colo quente e aconchegante do pai. Como não ficou na escolinha até ao final do dia, a prendinha de lá ficou mesmo por entregar! Mantém-se o suspense até amanhã, e assim, sem contar, dois dias depois do dito dia, o papá ainda vai ter mais uma surpresa!

A Eva foi muito engraçada no que tocou à prenda da escola, … guarda a surpresa de uma forma tão divertida. O pai pergunta-lhe: “tens uma prenda?”. Toda orgulhosa ela responde: “Si!!!!”. “E o que é…?” E no meio do seu ar maroto ele apenas responde “a penda!!!” Não se descai, por nada!!!

E assim, decidi partilhar mais um dia especial cá por casa, com aventuras e brincadeiras, com alguns vómitos, diarreias e preocupações, mas sempre de sorriso no rosto, com muito miminho à mistura, pois acredito que seja meia cura! 🙂 E aí por casa, como viveram este dia? Que prendinhas os vossos rebentos ofereceram aos papás?

Um ano e meio, já?

Ai, … como estes meses se passaram tão rápido! 18 meses, contados um a um com tanto amor, … semanas infinitas de descobertas e de um carinho inexplicável, … um ano e meio, já? Eva, o que é que fizemos ao tempo? Desde que nasceste parece que em vez de andar rápido, ele corre, … corre veloz, cada vez mais! Mas tem sido tão bem aproveitado!

No início, quando confirmámos a tua chegada, o medo misturou-se com a alegria… os receios habituais de quem acha que não está capaz de tal missão: ser mãe, … ser pai! Depois, o medo foi-se dissipando e ficou apenas o amor, que cresceu de dia para dia com o andar dos meses de gravidez. Perto do final, veio novamente o medo. O parto, o desconhecido, a chegada… será que serei mesmo capaz? E aí percebemos que o tempo tem passado mesmo num passo apressado. Ainda ontem estavas na minha barriga, … ainda ontem chegavas com o primeiro raio de sol, naquele sábado tão feliz, … e hoje já fazes um ano e meio!

Subornar o tempo já tentei, … sem sucesso! Os dias correm e tu cresces, … aprendes coisas novas, dizes palavras diferentes, inventas novas brincadeiras, … os primeiros passos já se transformaram em pequenas corridas, em saltitares desajeitados, em marchas engraçadas! O que posso eu fazer se não aproveitar ao máximo cada segundo veloz dos dias que são tão curtos para te ver crescer? Assim, cada manhã é amor, contigo! Cada risada ao pequeno almoço é entrega total! Cada palavra tua um bálsamo para as ansiedades do dia que chega! E quando cai a noite e chegas com o pai da creche… aquele teu abraço, o colo que me pedes, os beijinhos que te entrego com tanta ternura! Sabes que mereces cada um deles muito, muito,muito! Se pudesse, arranjava uma multiplicadora de beijos, para que sentisses todo o amor que por ti carrego!

Vamos deixar o tempo correr, … sabes, nós vamos conseguir fazê-lo valer! Fazemos isso todos os dias! Que os meses continuem repletos de alegria e que te continue a ver crescer assim… já passou um ano e meio, mas hoje o medo é todo gratidão! Agradeço cada dia passado ao teu lado, agradeço tudo o que aprendo contigo, … sou tua mãe e nada me faria trocar o que contigo construímos! Felizes 18 meses, meu amor pequenino!

Fraldas de “marca branca”? Sim, por favor!!!

Já há algum tempo que ando para provar esta minha “teoria” de mãe e, finalmente, com várias evidências cá por casa e em conversa com amigos e alguns seguidores do blog pude confirmar que é mesmo verdade!

Quando confirmei a gravidez da Eva, ouvi várias pessoas que me diziam para ir fazendo stock de fraldas e toalhitas, … temos sempre imensas, mas a verdade é que quando começamos a usar, vai tudo num instante. Desde a gravidez os stocks têm sido feitos várias vezes quando há promoções, mas atualmente de forma mais informada. Se no início sempre tentei comprar fraldas de marca, por pensar serem as melhores, rapidamente percebi que não é bem assim! Somos mães e pais e, sem qualquer interesse em marcas ou em qualquer publicidade, vamos falar abertamente, e todas as opiniões são bem-vindas!

De início comprei fraldas Chicco mas, sobretudo Dodot, as “supostas” melhores do mercado. Das mais caras do supermercado também! Mesmo com promoção, atualmente, compensa-me sempre mais comprar as de marca branca, e estamos verdadeiramente satisfeitos. As fraldas Chicco adorei, mas a verdade é que conseguimos outras opções igualmente boas, a preços mais em conta. Dodot, nem pensar! E já por duas vezes recebi campanhas da marca com ofertas de pacotes completos de fraldas, através de plataformas de testes de produtos! Não tenho qualquer interesse em dizer bem ou mal da marca, apenas a verdade e o que nos vai acontecendo aqui por casa! Havia várias fugas com os cocós da Eva, e sobretudo com os xixis, durante a noite, quando usávamos a marca! Chegamos a fazer o truque de usar o tamanho acima para a parte da noite, … mas desde que usamos marca branca não foi mais necessário. Com a última oferta da dodot viemos confirmar que queremos mesmo tudo, menos aquelas fraldas. Voltaram as fugas, os cocós que saem a toda a hora, os pijamas molhados ao amanhecer, … as bacias de roupa “de molho” depois de todas estas peripécias!

Sei que é apenas uma opinião, mas connosco tem sido assim! Vamos usando marca continente, lidl, pingo doce, minipreço, jumbo, intermarche, … todas com igual satisfação e quase zero fugas, … pelo menos acontecem uma vez “em cada século” e não várias vezes por dia! E nem temos que andar a correr atrás das promoções, pois os preços são muito equivalentes e há quase sempre promoção em algum dos locais. Ainda na semana passada, um pack com dois pacotes no continente nos ficou por menos de 12 euros. 120 fraldas! 🙂 No pingo doce, duas unidades tinham direito a 20% de desconto. Houve promoção no lidl e esta semana no pingo doce! Assim é fácil poupar e ficamos bem servidos!

 

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Mamãs e papás de primeira viagem, em início de aventura da paternidade, .. confiem, … não é por darem “do mais barato” aos vossos filhos que ficam mal servidos… por aqui, temos confirmado isso mesmo de mês para mês! Fraldas de marca “branca”? Sim, por favor!